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Polícia Civil nega execuções em operação com 25 mortos no Jacarezinho

Chefes da Polícia Civil do Rio negam que tenha havido execuções durante a operação realizada na manhã desta quinta-feira, 6, na favela do Jacarezinho, na zona norte do Rio, durante a qual morreram 25 pessoas – um policial civil e 24 supostos criminosos. “Se houve execução, foi do policial”, afirmou o delegado Rodrigo Oliveira, subsecretário de Planejamento e Integração Operacional da Polícia Civil, durante entrevista coletiva concedida no final da tarde.

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PM encontra submetralhadora com 30 munições no lixo em Conceição do Castelo

Policias militares encontraram uma submetralhadora, dois carregadores e 30 munições calibre 380 em meio ao lixo, na tarde desta quinta-feira (6), numa área usada por populares para descarte irregular de entulhos, no bairro Taquarussu, em Conceição do Castelo.

De acordo com a polícia, os militares foram ao local após uma denúncia que informava sobre dois homens que estariam revirando os entulhos e tentando esconder um objeto não identificado. Nenhum suspeito foi encontrado no local.

A arma, de fabricação caseira mas com poder de fogo robusto, os carregadores com 30 centímetros cada e as munições foram entregues à Polícia Civil, que vai investigar a identidade suspeitos.

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Bolsonaro vence Lula em 2022 em quatro cenários diferentes

O presidente Jair Bolsonaro vence o ex-presidente Lula em quatro cenários diferentes de primeiro turno, de acordo com pesquisa nacional de intenções de voto para 2022 feita pelo Instituto Paraná Pesquisas. Em três simulações de segundo turno Bolsonaro também sai vitorioso, contra Lula, Ciro Gomes e João Doria.

A diferença entre Bolsonaro e Lula nos cenários de primeiro turno varia entre 3,4 e 4,5 pontos percentuais. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais.

Em eventual segundo turno entre Bolsonaro e Lula, Bolsonaro tem 42,5% das intenções de voto e Lula 39,8%. Entre os entrevistados, 4,2% não sabem ou não responderam e 13,5% votariam em branco, nulo ou nenhum dos candidatos. 

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Corpo do ator Paulo Gustavo é cremado em Niterói, RJ

O corpo do ator e humorista Paulo Gustavo foi cremado nesta quinta-feira (6) em uma cerimônia restrita à família e a amigos próximos, em Niterói, na Região Metropolitana do Rio, onde ele nasceu.

Morte por Covid após 52 dias

Paulo Gustavo morreu na terça-feira (4), aos 42 anos, vítima de Covid. Criador de Dona Hermínia e de outros personagens inesquecíveis no teatro, na TV e no cinema, ele estava internado desde 13 de março no Hospital Copa Star, em Copacabana, na Zona Sul do Rio.

Durante os mais de 50 dias de internação do ator, a família compartilhou o dia a dia do tratamento e fez pedidos de oração.

Fonte: G1

Marcelo Camargo/Agência Brasil

Brasil precisa fortalecer produção de insumos, diz Queiroga em CPI

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse nesta quinta-feira (6) em depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia do Senado que o Brasil não pode ficar “refém” da importação de insumos estratégicos para a produção de vacinas contra a covid-19. Para que isso não ocorra, o médico insistiu na necessidade de fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS), o que também se estende ao complexo industrial.

Ao falar sobre o elevado número de óbitos de pacientes internados com o vírus, Queiroga destacou a necessidade de preparar melhor os profissionais de saúde e comentou sobre a importância de aprimoramento dos serviços de telessaúde e do compartilhamento de conhecimentos entre os hospitais.

Indagado por parlamentares sobre um cronograma definitivo da vacinação no país, o ministro da Saúde disse que a agenda é atualizada semanalmente a partir de uma série de variáveis como atrasos na entrega de insumos e de doses prontas. Para Queiroga, é preciso fortalecer a produção do Instituto Butantan, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), conseguir mais doses prontas para acelerar a vacinação do grupo prioritário e partir para a imunização da população como um todo.

O ministro também voltou a criticar a inclusão de novos grupos para vacinação por estados e municípios, sem o aval da União, sob pena de desarmonização do Plano Nacional de Imunização (PNI).

Marcelo Queiroga reconheceu que há uma divisão na classe médica sobre a adoção ou não de um tratamento precoce da covid-19. Diante disso, afirmou que a pasta está reunindo a opinião de diversas sociedades científicas sobre o tema para chegar a um consenso e “pacificar” a questão. A partir desse levantamento, um protocolo com diretrizes sobre o assunto será colocado em consulta pública para deliberação das autoridades o mais rapidamente possível.

Vencida essa etapa, o ministro disse que a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec), responsável pela definição de protocolos clínicos, terá 180 para definir uma conduta, mas que frente à urgência da medida, vai pedir que a deliberação seja tomada o mais brevemente possível. Apesar disso, o médico considerou que a questão do tratamento precoce não é decisiva no enfrentamento à pandemia, segundo ele, a vacinação e medidas não farmacológicas são mais importantes.

Depoimentos

O diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária ( Anvisa), Antonio Barra Torres, também seria ouvido hoje pela CPI. Mas, diante do grande número de inscritos para fazer perguntas ao ministro da Saúde, o colegiado decidiu reagendar a ida de Barra Torres  ao Senado para a próxima terça-feira (10).

Como cada senador tem cinco minutos para fazer perguntas mais 10 minutos para réplica e tréplica, o presidente da CPI, senador Omar Aziz (PSD-AM), avaliou que será impossível ouvir mais de uma pessoa por dia e que esse esquema terá que ser reavaliado.

Pelo novo cronograma, na quarta-feira (11) será a vez de a CPI ouvir o ex-secretário de Comunicação do governo Fábio Wajngarten. Na quinta-feira (12), a comissão ouvirá o representante da Pfizer, de manhã, e o ex-ministro das Relações Exteriores Ernesto Araújo, na parte da tarde.

Edição: Juliana Andrade

Fonte: Agenciabrasil

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Governo do ES vai liberar leitos de UTI de Covid-19 para tratamento de outras doenças

O governador do Espírito Santo, Renato Casagrande (PSB), anunciou que o estado vai desmobilizar leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) reservados para o tratamento de Covid-19 e voltar a atender pacientes com outras doenças. O anúncio foi feito pelas redes sociais, nesta quarta-feira (5).

Na publicação, o governador afirmou que, até essa terça-feira (4), 200 leitos de UTI reservados para o tratamento de Covid-19 estavam livres.

Nesta quarta-feira, a taxa de ocupação de UTIs destinadas ao tratamento de pacientes com Covid-19 está em 85,63%, de acordo com dados atualizados nesta quarta-feira do Painel Covid.

“Temos um legado que preservará a nossa capacidade de resistir a novas expansões da doença e também para atender a outras necessidades”, escreveu o governador.

Brasília, DF, 14ª Reunião do Conselho do Programa de Parcerias de Investimentos (CPPI), no Ministério da Economia, bloco K

NA FOTO: Ministro da Economia, Paulo Guedes FOTO: EDU ANDRADE/Ascom/ME

‘Não vamos subir em cadáveres para fazer política’, diz Guedes

Apesar dos cortes no Orçamento neste ano também terem atingido recursos para a Saúde, o ministro da Economia, Paulo Guedes, enfatizou nesta terça-feira, 4, que não pode faltar dinheiro para a área, sobretudo no enfrentamento à pandemia de covid-19.

“Não vamos subir em cadáveres para fazer política. Estamos em uma guerra contra o vírus e precisamos botar a vida em primeiro lugar. Toda a ideia do governo é saúde, emprego e renda. A vacinação em massa é o grande desafio”, afirmou, em audiência pública conjunta das comissões de Finanças e Tributação; Educação; Trabalho, Administração e Serviço Público; e Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados.

Enquanto o governo enfrenta uma CPI no Senado sobre a covid, Guedes disse que o Brasil precisa de mais “respeito e tolerância”.

“Temos que escapar dessa espiral de ódio, de divisão entre brasileiros, que é um descredenciamento da nossa democracia. É preciso ver o que há de virtude no outro lado e fazer as críticas. Essa escalada não interessa à população brasileira. Quem achar que vence na base do ódio não vai dar certo”, completou o ministro.

Ajuda do setor privado na ampliação de leitos

Guedes disse ainda ser favorável à ajuda do setor privado na ampliação de leitos. “A ideia é boa, de dar uma isenção e um incentivo qualquer para ampliarmos os leitos. Mas houve um veto jurídico. Às vezes o que é politicamente desejável fere a legislação vigente. O veto não foi do ponto de vista econômico, mas jurídico”, afirmou ele.

O governo precisou vetar incentivo fiscal às empresas que contratassem leitos da rede privada de saúde para atender pacientes com Covid-19 do Sistema Único de Saúde (SUS). Pelo projeto, as empresas poderiam deduzir os valores gastos do Imposto de Renda de 2021.

O limite para a renúncia fiscal seria de R$ 2,5 bilhões. “O problema é que a Lei de Responsabilidade Fiscal exige uma compensação para essa isenção. É preciso mostrar de onde vem o dinheiro. Não foi um veto sobre o conteúdo”, explicou.

Eduardo Rodrigues e Lorenna Rodrigues
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Mandetta: havia decreto presidencial para que se mudasse a bula da cloroquina

Em depoimento à CPI da Covid, o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta afirmou nesta terça-feira (4) que, durante uma reunião com ministros no Palácio do Planalto, ele teve acesso ao que seria uma proposta de decreto presidencial para fosse sugerida uma mudança na bula da cloroquina. A medida seria feita de uma forma que passasse a indicar o remédio no tratamento da covid-19.

“Ele (Bolsonaro) tinha um assessoramento paralelo. Havia sobre a mesa um papel não timbrado de um decreto presidencial para que fosse sugerido naquela reunião mudar a bula da cloroquina na Anvisa para que na bula tivesse a indicação do medicamento para o coronavírus. O presidente da Anvisa disse que não. Jorge Ramos disse que era uma sugestão”, afirmou Mandetta.

O ex-ministro da Saúde citou ainda que testemunhou por diversas vezes a presença de Carlos Bolsonaro, vereador no Rio de Janeiro e filho do presidente, em reuniões ministeriais. “Testemunhei várias vezes reunião de ministros em que o filho do presidente que é vereador do Rio de Janeiro estava sentado atrás dele tomando notas. Eles tinham reuniões dentro da Presidência”, disse Mandetta.

Discordâncias

O ex-ministro reiterou as discordâncias entre a sua gestão do Ministério da Saúde e a Presidência da República nos momentos iniciais da pandemia da covid-19 no Brasil.

Durante depoimento à CPI da Covid no Senado, Mandetta disse que todas as recomendações que fez em público – sobre o uso do distanciamento físico e de medicações -, foram feitas também durante reuniões ministeriais e ao presidente Jair Bolsonaro. As orientações, entretanto, não tiveram apoio do mandatário. “Estávamos indo por um caminho e o presidente por outro”, destacou.

Segundo o ex-ministro, a determinação para o isolamento social nos momentos iniciais da pandemia seria a medida “adequada”. O ex-ministro relatou ter cobrado união em torno de falas de “prevenção e isolamento”, as quais seriam “fundamentais”. Conforme relatou, apesar de não ter tido “discussões ásperas com Bolsonaro”, Mandetta disse que colocou suas recomendações. Apesar das falas, Mandetta afirmou que nunca houve proposta técnica da presidência da República sobre o combate à covid-19.

“Não é possível fazer gestão de doença infecciosa sem separação”, afirmou o ex-ministro. “Quando se tem hepatite, separa-se talheres e copos”, exemplificou. Segundo Mandetta, o isolamento no início da pandemia seria justificado pelo baixo número de casos, e incidência principalmente entre classes mais altas da sociedade, o que ocupava recursos da rede privada e não pública. Para o ex-ministro, o isolamento social permitiria o preparo do Sistema Único de Saúde (SUS) a fim de receber cidadãos que dependem da rede pública de atendimento. “Vírus era muito competente”, disse. “Estávamos com sistema que não tinha condição de responder”, afirmou.

Respiradores

Mandetta também afirmou na CPI que os Estados não ficaram desassistidos em estrutura hospitalar na primeira onda da pandemia porque houve uma ação centralizada do governo federal durante sua gestão. Em depoimento da CPI da Covid nesta terça, Mandetta citou a compra de aproximadamente 15 mil respiradores que foram distribuídos pelo Brasil, com a abertura de um número igual de leitos.

“Passamos a primeira onda sem ter desassistência. Dar chance de a pessoa lutar pela vida é dever de Estado. Demos essa oportunidade e, gradativamente, Estados e municípios fizeram as ações complementares”, afirmou Mandetta. “Tivemos sucesso (na compra centralizada de respiradores), foi dali que saíram quase 15 mil respiradores, a um custo de R$ 13 mil o respirador, para todo o território”, respondeu Mandetta a um questionamento do relator da CPI, senador Renan Calheiros (MDB-AL).

Pedro Caramuru e Amanda Pupo
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Arquiteta morre após ser atropelada enquanto caminhava em Iúna

Uma fatalidade na noite deste sábado (1) tirou a vida da arquiteta Marlysse Rocha, em Iúna. Ela caminhava, por volta das 19h, quando foi atropelada por um Volkswagem Saveiro, que invadiu a pista de caminhada, que fica às margens da BR 262, e se chocou contra ela.

De acordo com informações de amigos, ela costumava fazer caminhadas diariamente, e frequentava o trecho quando estava de passagem pelo município. O acidente ocorreu a pouco mais de 100 metros da entrada da cidade de Iúna.

Populares que estiveram no local relataram aos militares que o automóvel invadiu a via de caminhada, arrancando alguns blocos de cimento que separam as pistas e atingindo a vítima.

Ela chegou a ser levada para a Santa Casa de Misericórdia do município, mas já chegou sem vida na instituição. Testemunhas disseram que o motorista apresentava sinais de embriaguez e que ele havia fugido do local sem prestar socorro à vítima.

Marlysse nasceu em Guaçuí, mas mudou para Iúna muito nova, onde passou grande parte da sua vida. Cursou faculdade de arquitetura e urbanismo na Universidade Federal de Viçosa. Muito religiosa, amigos disseram que a arquiteta não caminhava sem levar um terço consigo.

Atualmente, ela residia em Brasília e era arquiteta no Ministério da Saúde, mas sempre visitava familiares em Iúna. Marlysse atuava, também, como pesquisadora na Universidade de Brasília. O sepultamento aconteceu em Guaçuí.

Nota de pesar

A Paróquia Nossa Senhora da Conceição de Afuá, emitiu uma nota de pesar em decorrência da fatalidade.

A Paróquia Nossa Senhora da Conceição de Afuá manifesta seus votos de pesar aos familiares e amigos de nossa irmã Marlysse Rocha. Que neste momento difícil possamos rezar pelo seu eterno descanso, e relembrar de sua linda missão nas águas do Marajó, especialmente em Afuá. Marlysse veio em missão para nossa cidade junto a Missão Marajó.

Dai-lhe, Senhor, o descanso eterno e brilhe para a nossa irmã a vossa luz!

PASCOM – Paróquia Nossa Senhora da Conceição de Afuá.

Fonte: Aquinotícias

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Câmara de Iúna analisa relatório que analisa governo anterior

O vereador Leonardo Teixeira (PV) perdeu o controle durante a sessão ordinária da Câmara Municipal de Iúna na noite desta quarta-feira (28). O que deixou Leonardo irritado, foi a citação do nome da esposa dele, que era engenheira responsável, em um setor da prefeitura, que de acordo com o relatório de auditoria, acontecia um esquema de “rachadinha”, único nome citado na apresentação aos vereadores. O resultado? O vereador xingou e chamou para briga os servidores do Executivo que estavam presentes acompanhando o procurador.

 Outro motivo para o rompante, é que, ele era secretário de obras na gestão anterior, o nome do vereador também aparece nas investigações por causa de possíveis irregularidades na pasta durante a gestão dele. Inflamado, Leonardo Teixeira chegou a dizer que o procurador foi à Casa de Leis com discurso ensaiado e chamou de “show” a apresentação do relatório que aponta irregularidades como perdas de convênios, casos de desvios de função e não abertura de processos de sindicância pelo ex-prefeito.

No auge do rompante de ira na tribuna, o vereador usou de palavrões, disse que não foi tirado do sério, por isso não quebraria o local e ofendeu, de forma pessoal, o procurador do município que estava no Plenário.

“Antônio Júnior, se eu soubesse que você ia dar esse show aqui hoje, teria trazido uma peruca e uma botina de palhaço para você para você fazer o discurso aqui porque foi muito bem ensaiado. Cambada de vagabundos, que são essa administração. Eu posso levar o nome de tudo nessa rua, agora, de ladrão eu não posso não. Vocês estão muito enganados com quem vocês estão mexendo. O que tiver de falar chega para mim, chega e fala, não joga piadinha para mim não, que eu quebro esse mosquiteiro inteiro aqui, porque tem que ter respeito. E pode embolar todo mundo se quiser. Você (Antônio Júnior) fez isso tudo porque está com raiva do Cristiano e do Coronel, porque ele te chamou de chifrudo”, desabafou o vereador Leonardo logo depois de acompanhar a leitura do relatório da auditoria feita na prefeitura.

Apesar dos pedidos do presidente da Casa, Edson Márcio De Almeida (MDB), o vereador Leonardo continuou o discurso. Após deixar a tribuna, antes de equipe de transmissão cortar o áudio, dá para ouvir ao fundo mais discussões e alterações. O presidente da Câmara precisou solicitar apoio da Polícia Militar de forma preventiva para conter os ânimos do lado de fora do plenário.

Acompanhe a sessão na íntegra e as declarações do vereador:

Fonte: AquiNotícias